O director Executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Sida (ONUSIDA), Michael Sidibé, considerou que a situação é preocupante, pois um terço dessas crianças morrem antes do seu primeiro ano de vida ao não ter acesso a tratamentos.
Outros 50% dos bebés infectados com a doença falece antes do seu segundo ano de vida e os demais permanecem com tratamentos à base de medicamentos durante toda a sua vida, expressou.
O servidor público da ONUSIDA manifestou que caso se impedisse a transmissão do vírus da mãe para o bebé, nasceria uma geração de crianças sãs, livres de SIDA.
Segundo diversas fontes médicas, na África subsaariana 60% dos infectados são mulheres, as quais estão desprotegidas na sociedade.
Instituições sanitárias consideram que os governos, além de aumentar fundos para a luta contra a pandemia, devem adoptar políticas públicas adequadas, como educar a população sobre os princípios de uma conduta sexual reprodutiva responsável.
Fonte: Prensa Latina – 21/05/2010







