Os objectivos são fortalecer políticas públicas em curso e outras que devem ser implementadas, estimular a formação de profissionais de saúde e ampliar as redes de atendimento. O foco são países da África, mas a ajuda pode ser estendida a países pobres de outros continentes. O G8 é composto por Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Alemanha, França, Itália, Japão e Rússia.
“É inaceitável a melhora lenta relativa da saúde materna, embora dados recentes indiquem a redução da mortalidade [materna]. Milhares de mulheres ainda perdem as suas vidas todos os anos ou sofrem por danos provocados por causas relacionadas com a gravidez e com o parto”, diz a declaração final do G8, divulgada hoje (26).
Segundo o grupo, cerca de 9 milhões de crianças morrem por ano no mundo, antes de completar cinco anos de idade. “O nosso compromisso colectivo será reforçado a partir do apoio aos sistemas nacionais de saúde nos países em desenvolvimento para que estabeleçam tratamentos de cuidados continuados de saúde, como pré-natal, depois a gravidez, o parto e o acompanhamento da infância”, diz a declaração.
De acordo com o documento final, a doação dos recursos será acompanhada por técnicos que irão verificar a execução dos programas. O projecto envolvendo o dinheiro dos países industrializados será liderado pela Organização das Nações Unidas (ONU) por meio de um programa específico denominado Plano de Acção Conjunto para Melhorar a Saúde das Mulheres e Crianças no Prazo de 2010 a 2015.
Fonte: Correio Brasiliense – 26/06/2010







