O Eduardo tem leucemia, precisa de ajuda!

Chama-se Eduardo, tem 19 meses, sofre de leucemia e precisa urgentemente de um dador compatível. O sorriso contagiante e a genica do pequeno Eduardo mascaram os momentos difíceis pelos quais está a passar. Há quatro meses foi-lhe diagnosticada leucemia.

“Ele tinha caído na ama numa sexta-feira e ficou com uma pisadura na cabeça. A gente não passou cartão porque isso é normal. Só que no domingo ele acordou com os olhos e a barriga muito inchados. Levámo-lo ao Hospital de S. João mas mandaram-no embora”, recordou Vera Martins, mãe do menino. Como os sintomas se mantinham a mãe levou o Eduardo ao médico de família que lhe passou uma carta para se dirigir ao Hospital de S. João.

O pequeno Eduardo, depois de alguma insistência da mãe acabou por ser visto por uma médica no Serviço de Pediatria que estranhou o facto de a criança estar constantemente a dar entrada na Urgência do hospital. Feitos os exames confirmava-se o pior. Eduardo sofre de leucemia e apresentava um quadro grave de doença respiratória. “Para mim foi um choque imenso e disse que eles estavam enganados nos exames do Eduardo, que era impossível. Problemas na parte respiratória eu sabia que tinha, mas leucemia não”, adiantou a mãe.

O pequeno Eduardo acabou por ficar internado no Hospital de S. João onde esteve em coma cerca de duas semanas e quando acordou “foi ele próprio que tirou o tubo da boca. No hospital já lhe chamam herói”, disse.

Depois de debelada a primeira dificuldade havia outra ainda maior à espera do pequeno Eduardo. Ficou internado no Instituto Português de Oncologia (IPO), em isolamento total para não contrair infecções e esperar para encontrar um dador de medula compatível.

Já passaram quatro meses e ainda não foi encontrado um dador compatível para o Eduardo. Apesar de muitas pessoas terem já feito os testes, nem mesmo o irmão de sete anos pode salvar este pequeno herói.

O Eduardo vive o dia-a-dia numa autêntica corrida contra o tempo, de tratamento em tratamento sem que nenhum até agora se tenha revelado eficaz para o salvar. De dia para dia o estado de saúde deste menino vai piorando e a mãe, Vera Martins, deixa um apelo desesperado: “Por favor dêem um pouco de sangue para a análise para saber se podem salvar o meu filho. É apenas um pouco de sangue que não faz falta e pode salvar a vida do meu filho”.

Menino-leucemia

As lágrimas invadem os olhos desta mãe que, no entanto, não perde a esperança de que apareça alguém que salve o seu filho.

De baixa há quatro meses, Vera Martins conta com o apoio de amigos e familiares mas sobretudo da empresa onde trabalha, a Savinor, que na próxima segunda-feira, dia 11 de Janeiro, leva a cabo, em colaboração com o Centro de Histocompatibilidade do Norte (CHN), uma acção de recolha de amostras para tentar encontrar um dador que possa salvar a vida desta criança.

Três recolhas marcadas para Janeiro

Numa autêntica corrida contra o tempo, o CHN, com a colaboração de diversas instituições está a levar a cabo várias acções para tentar encontrar um dador compatível.

Na próxima segunda-feira, dia 11 de Janeiro entre as 10 e as 16 horas decorre uma recolha nas instalações da empresa Savinor, situada na Rua da Cancela Vermelha, lugar de Rindo, freguesia de Covelas. Já no domingo, dia 17 de Janeiro é a vez da Junta de Freguesia de S. Romão do Coronado colaborar recebendo uma equipa que vai recolher durante o dia, entre as 10 e as 16 horas, as amostras sanguíneas das pessoas que quiserem associar-se a esta causa.

Na Junta de Freguesia da Maia, situada junto ao Jardim Zoológico, a recolha tem lugar no dia 24 de Janeiro também entre as 10 e as 16 horas.

E porque o sangue não tem preço e a vida do Eduardo também não, associe-se a esta causa. Tem apenas de tirar um pouco de sangue para salvar o pequeno Eduardo. Não acha que ele merece?

Fonte: O Notícias da Trofa – 08/01/2010[textads]

Ajudem a Taynara a fazer tratamento na China

Taynara Medeiros de Souza não anda, não fala e nem pode brincar. A menina de sorriso fácil tem três anos, mas nem de longe lembra uma criança da mesma idade. Por conta da paralisia cerebral, ela divide o tempo entre o colo da mãe, do pai ou da avó. Não consegue sentar-se sozinha nem segurar os brinquedos que enfeitam a casa simples onde mora, em Ceilândia Norte.

Inconformados com a situação da criança, os pais de Taynara resolveram procurar ajuda. Depois de muitos contactos, a menina foi aceite numa clínica na China que realiza tratamento com células-tronco. Mas o motorista Ednelson Pereira de Souza, 37, e a assistente administrativa Rejane Medeiros, 39, não têm condições de pagar os custos da viagem.

Apesar do alto preço do tratamento — cerca de R$ 70 mil entre o valor da viagem e das aplicações —, a esperança da família continua viva: eles lançaram uma campanha e um blog (Taynara E Um Sonho) para arrecadar recursos e, assim, levar Taynara para a China o mais rápido possível. Já conseguiram arrecadar R$ 6,3 mil, mas ainda estão distantes da quantia necessária para a viagem. A clínica, pioneira nesse tipo de tratamento, fica na cidade chinesa de Shenzhen, próximo à fronteira com Hong Kong. A aplicação de células-tronco na tentativa de recuperar as células cerebrais danificadas não é sequer permitida no Brasil — a técnica é polémica e ainda contestada por alguns cientistas. Mesmo sem garantias totais de êxito, muitos pacientes têm atravessado o mundo em busca dessa nova forma de tratamento.

Outras crianças já fizeram esse mesmo caminho e conseguiram sucesso. Uma das pioneiras, a menina pernambucana Clara Pereira, com apenas um ano foi submetida à técnica chinesa. Antes, a menina não conseguia nem manter o tronco e a cabeça erectos. Depois da viagem, já se senta e come quase normalmente.

“Ligámos para os pais da Clara e ficámos muito animados com o resultado. Conversámos com as famílias de outras crianças que fizeram o tratamento e todas elas conseguiram progressos”, justifica a mãe de Taynara. Rejane conta que o seu grande sonho é ver a filha andar e segurar objectos: “Hoje, a Taynara só pode ficar no colo da gente. Nem na cadeira de rodas ela tem firmeza suficiente”.

Os pais da menina revezam-se nos cuidados. Rejane trabalha durante o dia numa agência de viagens e Ednelson de Souza é motorista de uma empresa de madrugada. Assim, ele pode acompanhar Taynara na escola pública de ensino especial.

Fonte: Correio Braziliense – 04/01/2010[textads]

Coração na Guiné – Expedição 2010

“Coração na Guiné” nasceu para ajudar as crianças da Guiné-Bissau!
Este projecto tem como principal objectivo a angariação e o envio de ajuda humanitária para a população carenciada da Guiné-Bissau, um dos países mais pobres do mundo onde a taxa de mortalidade materno-infantil não pára de crescer.

Depois do sucesso obtido na primeira campanha em 2009 em que muitos portugueses contribuíram para o envio de 62 toneladas de alimentos, roupa e material escolar destinados ao orfanato Casa Emanuel em Bissau, surge agora a campanha “Coração na Guiné – Expedição 2010″.

A nova campanha terá como objectivo a angariação de material hospitalar de forma a equipar várias unidades médicas na Guiné-Bissau e especialmente o Centro Médico da Casa Emanuel. Esta contará com uma expedição de 3 motos que irão percorrer os 7500 km que ligam Reguengos de Monsaraz a Bissau com a
finalidade de entregar em mãos os donativos conseguidos.

Seja solidário e ajude a construir os alicerces para que as crianças da Guiné tenham um futuro mais risonho.

Crie um futuro de esperança na vida destas crianças!

Fonte: Coração na Guiné[textads]

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